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  • Ricardo Rocha de Oliveira

Defesa de atribuições pauta conversa do Eng. Ricardo Rocha com professores e alunos de Eng. Mecânica



Na última sexta-feira, o Eng. Ricardo Rocha (31) participou de um bate-papo promovido por professores e acadêmicos do curso de Engenharia Mecânica do Centro Universitário da Fundação Assis Gurgacz (FAG), de Cascavel.


O tema que norteou a troca de ideias foi principalmente a Resolução nº 101/2020, de 4 de junho de 2020, do Conselho Federal dos Técnicos (CFT), que trata de matéria e atribuições profissionais. Ao elencar supostas atribuições de técnicos industriais com habilitação em Mecânica, a resolução extrapola a formação dos profissionais de nível médio que não atingem nem a metade do mínimo de 3,6 mil horas de um curso de nível superior de Engenharia.

O Eng. Ricardo Rocha defendeu a necessidade da coerência na área de atuação de profissionais entre a formação dada pelo ensino e as atribuições de registro feitas pelos conselhos profissionais, marcando seu posicionamento que consta desde o começo da campanha em seu plano de trabalho para a segunda gestão na presidência do Crea-PR. (Acesse https://www.ricardorocha.org/plano-de-trabalho).

“Defendo a integridade da defesa profissional acima de tudo. Mesmo licenciado e em campanha, tenho acompanhando com muita atenção o tema e meu posicionamento está alinhado ao do Crea-PR e do Confea, buscando a defesa das profissões juridicamente e também pelo viés legislativo, a partir da elaboração de um Projeto de Decreto Legislativo que susta efeitos da Resolução nº 101/2020”, diz. “Foi uma importante oportunidade de discutir com colegas e com futuros profissionais a necessidade da defesa de nosso Sistema”, resume.


A conversa com o Ricardo foi muito produtiva. É muito importante ter a visão dele enquanto profissional, e membro do órgão de classe mais importante de nosso estado. A resolução 101 do CFT é um motivo de preocupação para os profissionais de engenharia, e o Ricardo conseguiu sintetizar a discussão de forma precisa, defendendo os interesses da classe de engenharia sem excluir os interesses de classe técnica. Afinal é apenas uma questão de atribuições e responsabilidades de acordo com a carga horária de cada profissional empregada ao tema”, acrescenta o Eng. Mecânico e Professor do Curso de Eng. Mecânica da FAG, Cleberson de Souza Pereira.

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